terça-feira, 24 de maio de 2011

Clássicas de Tavira

Challenge Tavira
20 Voltas a um circuito de 3 quilómetros nas ruas da cidade de Tavira, foi o primeiro desafio do fim-de-semana, sempre com varias tentativas de fuga, acabou mesmo por ser discutida entre alguns dos homens mais velozes do pelotão nacional, vitória para Bruno Lima do Boavista. O colégio de comissários colocou-me no 4º posto, apesar de eu ter terminado na 2ª posição, com um sprint muito apertado com o Samuel Caldeira na 3ª posição. Como não havia meios disponíveis para confirmar, tive de aceitar o resultado.



21ª Clássica do Restaurante Alpendre
A 3º Prova pontuável para a Taça de Portugal, teve um exigente percurso, num total de 143 quilómetros, nas serras algarvias, que são uns autênticos rompe pernas… Apesar de curtas, são de uma inclinação muito considerável, o que ia fazendo com que a dureza do percurso, fosse eliminando quase um a um os elementos menos em forma da competição. A sensivelmente meio da etapa, o meu colega de equipa Enrique Salgueiro decidiu partir em solitário, depois de ter tido a companhia de alguns colegas na frente da corrida, não sendo mais alcançado até a meta. No grupo principal, as escaramuças eram uma constante, sendo um grupo não mais de 30 unidades, a lutar pelos restantes lugares. Classifiquei-me no 9º lugar e ganhamos a classificação por equipas.


6ª Clássica Sotavento/C.A.
Apesar de serem competições distintas, pareceu ser passado a papel químico o dia anterior, a dureza do percurso voltou a distinguir quem seguia na frente, e já dentro dos últimos 10 quilómetros, quando somente 15 atletas comandavam a prova, eis o ataque decisivo de Enrique Salgueiro, que voltou a vencer isolado. Voltei a entrar nos primeiros, mas o desgaste era tão grande, que não consegui melhor que a 8º posição. Voltamos a vencer por equipas e vencemos também nas metas volantes através do Valter Pereira, que fez uma grande prova andando sempre na frente da corrida. E toda a equipa está de parabéns.



terça-feira, 17 de maio de 2011

Troféu Liberty Seguros

Composto por 3 circuitos, todas as classificações eram separadas, ou seja, não contavam para o dia seguinte, “simplesmente” para ser o vencedor do troféu, era necessário ser o mais regular nos 3 dias de competição.

Circuito do Bombarral

10 Voltas a um circuito de 9 quilómetros era o primeiro desafio do final de semana. Como habitual, uma corrida sempre muito aberta, sem haver nenhuma equipa a assumir de inicio, toda a etapa foi marcada por ataques e contra ataques. Logo na primeira das voltas a roda da frente da minha bicicleta furou e rapidamente me apercebi que não seria um bom dia, pois as pernas não pareciam querer responder, ainda assim ia-me defendendo sempre no meio do pelotão, na esperança de sentir melhorias com o passar dos quilómetros, No entanto não era o meu dia, e na entrada da última volta, mais um furo, desta vez na roda de trás, rapidamente entro de novo no pelotão, mas desta vez não tive a mesma sorte, e na parte mais dura do percurso houve uma grande aceleração, que me impediu de continuar na frente. Restou-me seguir calmamente e pensar em estar melhor no dia seguinte.

Circuito de Alenquer

O circuito já bem conhecido por parte do pelotão, que foi percorrido por 20 vezes num total de 80 quilómetros. Sempre com muitas movimentações na frente da corrida, o circuito foi percorrido a grande velocidade (42) já que conta com uma subida de praticamente 1 quilómetro e uma descida algo técnica. Felizmente senti-me muito melhor neste dia, conseguindo estar sempre bem colocado e atento as movimentações mais importantes, numa chegada a uma velocidade verdadeiramente louca, o melhor que consegui foi o 5º lugar.

Circuito de Alcobaça

145 Quilómetros percorridos em 4 voltas, finalizava o troféu. Numa etapa controlada pela equipa do Barbot, desde cedo partiu uma fuga, onde a minha equipa ia representada por 2 elementos, o Salgueiro e o Olmo, que só foram apanhados já dentro dos últimos 10 quilómetros, No sprint final não consegui melhor que um 6º posto, devido a minha colocação não ter sido a melhor nos metros finais.
Parabéns ao Sérgio Ribeiro vencedor do Troféu e do circuito de Alenquer, e ao Raul Alarcon e Bruno Lima, vencedores em Bombarral e Alcobaça.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Clássica de Amarante

A segunda prova pontuável para a Taça de Portugal Liberty Seguros de Elite e Sub-23, contava com 160 quilómetros, que foram percorridos em 4 horas, a uma média de pouco mais 39 Km/h devida ao acumulado de 3000 metros de subida. Dos 110 ciclistas que alinharam a partida, apenas 48 terminaram a prova e isso demonstra a dureza da prova. Foi desde cedo controlada pela equipa do Barbot, que tem Sérgio Ribeiro na liderança da Taça e levou o que restava do pelotão, junto até a última subida. Eu tentei agarrar-me o máximo possível para poder ainda angariar alguns pontos na chegada. Apesar de não conseguir ir na frente da corrida, já nos metros finais da última subida, consegui o 13º posto na linha de meta, onde Délio Fernandez foi o 1º a chegar. Talvez tenha pago o esforço dispendido no dia anterior na competição espanhola, que me valeu uma fuga vitoriosa. Penso que esta será a prova mais dura, das 4 que compõem a Taça de Portugal. Agora há que fazer contas e estudar as provas que restam, para perceber as hipóteses existentes para discutir a geral da taça.

 
CLASSIFICAÇÕESCLÁSSICA DE AMARANTE, 158.6 KM
Média de 39.1 km/h
1 31 787386664 Delio FERNANDEZ Elite ONDA 4:02:52
2 30 35456339 Alejandro MARQUE Elite ONDA 4:03:00 a 0:00:08
3 13 18354 Edgar PINTO Elite LA/Antarte 4:03:00 m.t.
4 41 9962 Sérgio RIBEIRO Elite Barbot / Efapel 4:03:00 m.t.
5 8 20904 André CARDOSO Elite Tavira – Prio 4:03:02 a 0:00:10
6 430 12436 Filipe CARDOSO Elite Barbot / Efapel 4:03:11 a 0:00:19
7 18 25188 Hugo SANCHO Elite LA/Antarte 4:03:11 m.t.
8 29 23815 Ricardo VILELA Elite ONDA 4:03:11 m.t.
9 42 20600 Sérgio SOUSA Elite Barbot / Efapel 4:03:11 m.t.
10 25 7390 Célio SOUSA Elite ONDA 4:03:21 a 0:00:29
11 79 21985 Domingos GONÇALVES Sub-23 Liberty Seguros 4:03:28 a 0:00:36
12 76 22283 Luís AFONSO Sub-23 Liberty Seguros4:03:28 m.t.
13 115 22119 Bruno SARAIVA Elite Louletano 4:03:28 m.t.
14 1 25282 João PEREIRA Sub-23 Tavira – Prio 4:03:28 m.t.
15 26 12293 Hélder OLIVEIRA Elite ONDA 4:03:31 a 0:00:39
16 28 21045 Daniel SILVA Elite ONDA 4:03:36 a 0:00:44
17 78 21986 José GONÇALVES Sub-23 Liberty Seguros/ 4:03:44 a 0:00:52
18 117 25611 Enrique SALGUEIRO Elite Louletano/o 4:03:44 m.t.
19 106 25777 Victor VALINHO Sub-23 Cartaxo 4:03:47 a 0:00:55
20 40 11080 Rui SOUSA Elite Barbot / Efapel 4:03:47 m.t.
21 10 18126

segunda-feira, 9 de maio de 2011

G.P. DEPUTACION DE PONTEVEDRA

Finalmente chegou a primeira vitória já a muito procurada, por mim e pela minha equipa obviamente. Numa prova de 130 quilómetros com 4 prémios de montanha na parte final, um deles a menos de 10 quilómetros para a meta, adivinhava-se que não seria uma chegada para ser discutida ao sprint, pelo menos em pelotão. Sendo assim tentei integrar a fuga certa, levando algum colega junto de mim. Ao quilómetro 18 já havia um grupo de 16 unidades, na maioria portugueses, em que me incluía eu e 2 colegas de equipa, que desde logo assumiram o comando do grupo da frente para distanciarmo-nos o máximo possível do pelotão. Após 30 quilómetros onde praticamente só a minha equipa parecia estar interessada no êxito da fuga, decidimos deixar de puxar para não levar-mos todos as costas… foi então que se decidimos atacar, lançando o meu colega Valter  e o Joel a vez… para que os outros também tivessem de trabalhar. Com a fuga já desorganizada, eis que saí do grupo Vitor Valinho (Cartaxo), Fábio Silvestre (liberty) e eu para a frente da corrida, num bom entendimento rapidamente ia-mos acumulando segundos de vantagem para todos os outros, entendimento esse que deu para chegar a meta isolados, onde acabei por vencer batendo ao sprint o Vitor Valinho, depois de o Fabio  ter descolado já na ultima passagem na montanha. Vencemos ainda a Classificação por equipas, com o Mário Costa na 4ª posição e Valter Pereira na 8ª.




1 97 SARAIVA,Bruno ELITE LOU-LOULETANO DEPORTOS CLUBE 03:18:18
2 22 VALINHO,Victor SUB21 CAR-CARTAXO 03:18:18 mt.
3 54 SILVESTRE,Favio SUB23 LIB-LIBERTY SEGUROS 03:19:43 1:25 min.
4 96 COSTA,Mario ELITE LOU-LOULETANO DEPORTOS CLUBE 03:21:47 3:29 min.
5 47 GONZALVEZ,Domingo SUB23 LIB-LIBERTY SEGUROS 03:21:47 3:29 min.
6 81 ABAL,DAVID ELITE SUP-SUPERMERCADOS FROIZ 03:21:58 3:40 min.
7 113 COUTINHO,Valter ELITE CRE-CREDITO AGRICOLA 03:21:58 3:40 min.
8 104 PEREIRA,Valte SUB23 LOU-LOULETANO DEPORTOS CLUBE 03:21:58 3:40 min.
9 77 BRUQUETAS,CARLOS ELITE SUP-SUPERMERCADOS FROIZ 03:22:53 4:35 min.
10 114 FERNANDES,Luis ELITE CRE-CREDITO AGRICOLA 03:22:53 4:35 min.
Classificação Completa
Video da Etapa

Filme da Etapa

Fotos

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Noticia CycloWeb

Bom início de época de Bruno Saraiva

Obrigado pelo reconhecimento!

11.ª Volta a Albergaria

 
A primeira corrida pontuável para a Taça de Portugal Liberty Seguros contava com 153 quilómetros percorridos em duas voltas e meia, em torno daquela cidade, num percurso que contava com 4 prémios de montanha e outras tantas metas volantes e autarquias! Apesar de se ter dado uma fuga numerosa logo no inicio da etapa, com cerca de 18 elementos, sabia-se que, com as dificuldades do traçado, iriam existir quebras na frente da corrida. Por esta razão, a minha equipa desde logo, tentou e muito bem manter uma distância recuperável para a fuga, controlando assim as movimentações. Com o passar dos quilómetros, fomos pouco a pouco apanhando elementos da frente, fazendo com que os interesses no pelotão se fossem alterando. E assim foi. A pouco mais de metade da prova, a equipa do Barbot Efapel, assumiu a corrida, levando-a em pelotão compacto para a discussão da prova, sendo brindada com a vitória de Sérgio Ribeiro, que me bateu no sprint final… Mais uma vez consegui estar na discussão, mas ainda não foi desta que ofereci uma já merecida vitória aos meus colegas, que muito me têm ajudado para tal aconteça.



CLASSIFICAÇÃO INDIVIDUAL
Albergaria-a-Velha – Albergaria-a-Velha, 156 km
1º Sérgio Ribeiro (Barbot-Efapel), 3h59m29s (Média: 39,084 km/h)
2º Bruno Saraiva (Louletano/Loulé Concelho), mt
3º Edgar Pinto (LA-Antarte-Rota dos Móveis), mt
4º Celestino Pinho (Louletano/Loulé Concelho), mt
5º Daniel Mestre (Tavira-Prio), mt
6º Mário Costa (Louletano/Loulé Concelho), mt
7º André Cardoso (Tavira-Prio), mt
8º Domingos Gonçalves (LIberty Seguros/SM Feira), mt
9º José Gonçalves (LIberty Seguros/SM Feira), mt
10º Luís Afonso (LIberty Seguros/SM Feira), mt

CLASSIFICAÇÃO COLECTIVA
1º Louletano/Loulé Concelho, 11h58m27s
2º Liberty Seguros/SM Feira, mt
3º Barbot-Efapel, a 10s

terça-feira, 5 de abril de 2011

Volta a Terras de Santa Maria

Com partida e chegada a São João de Ver, numa ligação de 141 quilómetros, esperava-se uma etapa com inicio muito rápido, pois a parte inicial sem grandes dificuldades era propícia a várias tentativas de fuga. Só ao quilómetro 50 a pelotão deixou um grupo seguir na dianteira, visto que todas as equipas estavam representadas na fuga. Naturalmente que isso não era do agrado de todos, pois havia equipas com elementos perigosos na frente. Sendo assim começou a ser feita a perseguição no pelotão. Com as dificuldades do percurso e a desorganização na frente da corrida, aos poucos os elementos da frente iam regressando ao ao pelotão. Na última montanha do dia, todas as tentativas de fuga foram anuladas e era em pelotão compacto que se iria discutir a etapa, não fosse uma queda já nos últimos 2 quilómetros que quase me arredou da discussão e que tirou a oportunidade de discutir a alguns elementos. Num esforço suplementar, reentro no grupo principal já dentro do último quilómetro e tento arrancar directamente para o sprint. Já num último esforço e com a ajuda do meu colega Enrique Salgueiro consigo escapar a outra grande queda dentro dos 200 metros finais e finalizar no 3º posto




Na dupla jornada de domingo, tínhamos pela manhã um contra relógio colectivo de 16 quilómetros, no qual a minha jovem equipa conseguiu um 6º posto final, que eu penso ser um bom resultado, visto a inexperiência de alguns elementos devido a sua juventude neste tipo de exercício, pois era a primeira vez que o faziam.


O famoso circuito do Castelo no Centro de Santa Maria da Feira, com 10 passagem pela meta, era o palco final de todas as decisões, numa corrida sempre aberta e disputada. As tentativas de fuga foram uma constante, com a equipa de Tavira sempre no comando, na defesa da sua liderança. A vitória foi discutida ao sprint, mas uma chegada demasiado dura para as minhas características, sendo o acesso ao Castelo em paralelo, tendo os últimos 500 metros em subida acentuada. Mais uma vez a minha equipa esteve em evidência, tendo o Celestino ficado à porta da vitória, com um 2º lugar, ainda assim fiquei-me pelo 10º lugar na etapa e em 14º na classificação geral.
Fotos: Joana Cardoso e Sandra Correia

quarta-feira, 30 de março de 2011

GP Credito Agrícola – Costa Azul

130 Ciclistas de 17 equipas estavam à partida para o GP Internacional Credito Agrícola, para percorrer os 465 quilómetros na região da Costa Azul.

A 1ª Etapa percorrida entre a Quinta do Conde e Setúbal, poderia ser a etapa mais decisiva para a classificação geral, pois tinha uma passagem pelo alto da Serra da Arrábida a menos de 15 quilómetros da meta final. Tinha como objectivo passar o mais na frente possível, não só para poder discutir a etapa, mas também para não ficar arredado de poder lutar pela geral final. Assim foi, apesar de passar no 2º grupo no prémio de montanha da Arrábida, consegui encostar a frente da corrida na descida final. Já dentro dos últimos 500 metros deu-se uma queda que me obrigou a uma travagem, o que me tirou da luta do sprint. Apesar do incidente cheguei no 9º lugar com o mesmo tempo do vencedor, o espanhol Jon Aberasturi (Orbea).


Santiago do Cacém e Ourique foi a ligação que se seguiu. Numa etapa sem grandes dificuldades, adivinhava-se uma chegada em pelotão apesar de a chegada ser numa curta rampa. Houve uma boa colocação por parte da minha equipa no quilómetro final, principalmente na última curva, na entrada dos últimos 200 metros da rampa final. O trabalho do meu colega Enrique Salgueiro, teria sido perfeito, não fosse o Russo Alexey Tsatevich (Katusha), passar pelo Celestino Pinho e por mim nos metros finais, ficando-nos pelo 2º e 3º posto, respectivamente, restando-nos a vitória por equipas na etapa.


A decisão seria entre Sines e Grândola, as metas volantes davam bonificações e tive de tentar amealhar todos os segundos, pois ainda era possível a vitória. Consegui conquistar 4 segundos nas metas volantes, mas precisava de mais, e apostei tudo na chegada final. Talvez tenha ficado “bem colocado demais” pois a 350 metros já ia na frente do pelotão quando ouvi um queda mesmo atrás de mim, e pensei que não podia hesitar. Se abranda-se corria o risco de ficar fechado com os que vinham de trás, arranquei e dei tudo, mas não foi suficiente. A 50 metros estava a ser passado, fiquei-me pelo 8º lugar na etapa, e com o 4º lugar da Classificação Geral Final, que visto o nível da competição é muito bom, não só para mim, mas para toda a equipa, conseguindo ainda colocar o Celestino Pinho no 5º Lugar da Classificação Geral e o 2º lugar por equipas. Sendo a minha equipa uma Equipa de Clube e lutando de igual com equipas Profissionais Continentais como o caso da Rabobank, Katusha ou Orbea, são resultados muito prestigiosos.




Geral Individual Final
1º Filipe Cardoso (Barbot-Efapel), 10h53m13s
2º Samuel Caldeira (Tavira-Prio), a 9s
3º Jon Aberasturi (Orbea), a 11s
4º Bruno Saraiva (Louletano/Loulé Concelho), a 15s
5º Celestino Pinho (Louletano/Loulé Concelho), a 17s
6º Luís Afonso (Liberty Seguros/SM Feira), mt
7º Wilco Keldermen (Rabobank), a 19s
8º Hugo Sabido (LA-Antarte-Rota dos Móveis), mt
9º Hélder Oliveira (Onda-Boavista), a 20s
10º Daniel Mestre (Tavira-Prio), a 21s

segunda-feira, 21 de março de 2011

Troféu Zamora

Com partida e chegada a cidade de Zamora, tivemos 98 quilómetros de percurso. Sendo o pelotão composto por 180 ciclistas, era normal as fugas não resultarem, pois havia sempre alguma equipa descontente com a situação de corrida. A velocidade e as dificuldades do percurso, apesar de não muito selectivo, ia deixando marcas, e com o aproximar da meta, o grupo ia reduzindo, com um grande trabalho por parte dos meus colegas, que sempre me levaram bem colocado, e que iam eliminando diversas tentativas de fuga. A cerca de 5 quilómetros da meta uma ligeira subida serviu para a equipa Russa destronar um ataque, que deixou apenas 15 ciclistas com possibilidade de discutir a vitória. Conseguindo ir no ritmo do grupo da frente, sabia que o maior perigo vinha da equipa de Moscovo, que levava 4 elementos na frente. Já dentro do último quilometro tive de me desdobrar em esforço para responder aos ataques mais decisivos e tentar colocar-me o melhor possível para curva final, que ficava a simplesmente 200 metros da meta. Apesar do esforço foi Leonidas Krasnov (Lokomotiv) a levar a melhor, fiquei-me pelo 2º lugar. No entanto soube-me a pouco depois de tanto esforço meu e por parte dos meus colegas, mas simplesmente os Russos estavam imbatíveis, conquistando ainda o 3º e 5º lugar.A vontade de brilhar e de fazer melhor, leva-me a continuar a trabalhar mais e procurar uma vitoria, já merecida por parte da minha equipa.

Troféu Iberdrola


147 Ciclistas representantes de 21 equipas estavam à partida para os 153 quilómetros com partida e chegada a aldeia de Muelas del Pan. Uma verdadeira clássica, com um acumulado de mais de 2000 metros. As longas rectas daquela província Espanhola na parte inicial eram propícias a muitos ataques, o que se reflecte em alta velocidade (42,3 média final). Um inicio muito rápido que se poderia ter complicado mais, caso o vento fosse mais forte, ainda assim ao quilómetro 10 um furo na minha roda traseira quase me arredava da corrida. As muitas movimentações levaram a que um grupo de 15 unidades fizesse mais de 120 quilómetros isolado na frente, mas que nunca conseguiu uma vantagem maior que 1min e 20!!! Nesse a minha equipa ia bem representada na frente com o Joel Lucas e o Enrique Salgueiro, vencedor do prémio de montanha, grupo esse que foi parcialmente alcançado depois da ultima montanha do dia, conseguindo-se isolar um Russo da Lokomotiv, que acabou por vencer a corrida. Consegui seguir no grupo perseguidor, que ainda tentava lutar pelo 3º posto, mas o final numa subida de 600mts, tornou-se longa demais para mim, tendo me restado a 6ª posição.


terça-feira, 15 de março de 2011

Volta a Albufeira

Como nas edições anteriores disputa-se em 3 etapas, sendo que a novidade deste ano era uma crono-escalada na segunda etapa.
A primeira ligação foi de Albufeira a Ferreiras em 85 quilómetros, sem grandes dificuldades de percurso, esperava-se uma chegada ao sprint, como tal esperei poder estar na discussão da etapa, a minha equipa acreditou e ajudaram-me na colocação final, talvez a chegada fosse mesmo demasiado rápida para mim, com uma recta de 1 quilometro em que a velocidade era altíssima, ainda assim as sensações foram boas e consegui um 3º posto, vitoria para Bruno Lima.

Na tarde de sábado uma crono-escalada de 3 quilómetros entre o Purgatório e a Aldeia dos Matos redefiniu a geral individual, com Sérgio Sousa a ganhar a etapa e a chegar a liderança, num tipo de prova que nada me favorece fiquei-me pela 20ª posição.


Da Guia a Albufeira era a ligação de 100 quilómetros que nos restava. Tal como no primeiro dia mais uma chegada ao sprint se adivinhada, e a partida esperava melhorar o meu 3º lugar do dia anterior, visto ser uma chegada mais complicada e que se adequa mais as minhas características, as sensações eram boas, e durante toda a etapa, não tive outro pensamento se não a chegada, não tendo de me preocupar com mais nada, mas uma hesitação nos últimos 300 metros fez com que fica-se fechado e sem hipótese de uma boa colocação, sem sequer sprintar tive de me contentar com o 9º lugar. Etapa ganha por Helder Oliveira,Geral para Sergio Sousa.



Para o próximo fim de semana espera-nos dois dias de competição por terras espanholas na zona de Zamora, há que tentar dar o melhor e continuar a procurar a vitoria.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fim de semana em cheio!

A apresentação da nova equipa do Louletano deu-se no dia 12 de Fevereiro, conta com um elenco de 13 ciclistas dos quais 5 elites: eu e o Celestino Pinho que transitamos da antiga equipa do C.C. Loulé/Louletano, Micael Isidoro (Ex. ASC/Vitória/RTL), Antonio Olmo e Enrique Salgueiro (Ex. Extremadura-Spiuk), Francisco Costa e Joel Lucas (ex-Aluvia/Valongo), Eugeniu Cozonac (Ex.Loulé/Junior), Válter Pereira, Solézio Fernandes, Augusto Gonçalves, Iuri Jorge e Sérgio Rodrigues (Ex. Tavira Sub23). Um conjunto jovem, mas que conta com qualidade suficiente para lutar pelos melhores lugares nas provas em que estaremos presentes, seja a nível de uma classificação geral quer seja na luta pela juventude. Após a apresentação chegou a hora de experimentar as novas “maquinas”, as bicicletas que nos iram levar ao longo dessas estradas, num treininho que serviu também de reconhecimento da parte final da prova de abertura.



Prova de Abertura

Com partida em Quarteira e chegada a Loulé 145 klm´s depois, e com as ascensões ao Barranco do Velho, Montes Novos e ainda a conhecida subida dos 10% já dentro dos últimos 8 quilómetros da etapa, adivinhava-se um inicio de temporada difícil, mais ainda quando as condições atmosféricas seriam de chuva e vento! Após uma fuga de 7 elementos que chegou a ter 12 minutos, a equipa do Tavira assumiu a perseguição, levando um pelotão compacto a discussão da corrida, e assim foi, junção feita e ultrapassadas as maiores dificuldades viria a ser um grupo restrito a discutir a vitoria, mas a entrada dos ultimo 2 quilómetros uma queda fraccionou ainda mais o grupo, quando a equipa do barbot dava tudo para fazer o lançamento a um dos seus corredores eis que outra queda a 500 metros da meta no difícil acesso a reta final retira a oportunidade de um grupo compacto chegar a discussão, vendo-se sozinho na frente Sérgio Sousa não mais parou até a chegada, a mim coube-me a felicidade de não sofrer nenhuma queda e dar tudo nos metros finais, acabei num honroso 2º lugar, que me deu direito ainda a vitoria no que cabe as equipas de clubes.



Convívio
Todos sabemos que a união faz a força, e também há que trabalhar nesse sentido, por isso nada melhor que no dia seguinte a prova de abertura, continuar ligado aos nossos novos colegas e partilhar treinos e actividades, fazendo um treino de aproximadamente 80 quilómetros e com direito a uma paragem para o cafezinho num ritmo calmo e descontraído, na parte da tarde foi a vez de trocar as maquinas da estrada pelas bicicletas de ginásio e fazer um spinning muito divertido, depois do reconhecimento as instalações do Louletano Desportos Club, que só por curiosidade conta com 1800 atletas!!! Divididos em dezenas de desportos como o futebol, natação, triatlo, danças, lutas….

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Um passo para trás, para poder dar dois a frente???

Após a época em que certamente obtive os meus melhores resultados e que, em circunstâncias normais, não deveria ter grandes preocupações em encontrar um bom contrato numa equipa profissional, a verdade é que a “crise” está instalada no nosso país. Numa pré- época cheia de avanços e recuos em relação às equipas que poderiam alinhar em 2011 no pelotão profissional, as mexidas foram muitas, pois houve hipótese de existirem 6 equipas (mais uma que em 2010) já com ciclistas contratados e na hora da verdade apenas 4 se conseguiram manter.

Infelizmente o C.C. Loulé foi uma das equipas que não conseguiu patrocínios suficientes para se manter no escalão profissional e, com isso, eu e os meus colegas (directores, massagistas, mecânicos) vimo-nos numa situação complicada.

O ciclismo é um mundo de sacrifício e isso acompanha todos os que rodeiam a modalidade, e é com esse sacrifício e com força de vontade que Tony do Adro (Presidente do Louletano) não quer deixar morrer o ciclismo na sua terra natal, e assim, em conjunto com o ex-director desportivo do C.C. Loulé,Jorge Piedade, decidem erguer novamente o ciclismo no Louletano começando com uma equipa amadora, designada de equipa de clube. É um projecto que eu acredito que funcione. Conta com pessoas que eu já conheço, tem objectivos a longo prazo e quer pertencer já no próximo ano a uma equipa profissional e, por isso mesmo, aceitei a proposta de voltar a trabalhar em Loulé. Apesar de não pertencer ao escalão máximo das equipas portuguesas, terei a oportunidade de correr todo o ano no mesmo pelotão, pois as provas serão as mesmas excepto a Volta ao Algarve e a Volta a Portugal. Quanto a mim resta-me continuar a trabalhar e tentar lutar pela discussão das provas que mais se adaptem às minhas características.

Queria também agradecer a todos os que me apoiaram e me ajudaram durante a época 2010, e que o continuarão a fazer! Obrigado




terça-feira, 7 de setembro de 2010

G.P. Credito Agrícola – Costa Azul

Composto por 3 etapas, e sem grandes dificuldades orográficas, fazia-se adivinhar que seria discutido ao segundo, devido as bonificações nas metas volantes e nas chegadas para os 3 primeiros lugares.
A primeira etapa ligou Sines – Sines, em 170,5 quilómetros que foram concluídos a média de 41klm/h, na disputa pelo sprint final, e depois de algum malabarismo nos metros finais consegui um 2º lugar, atrás de Samuel Caldeira(Tavira) o vencedor do dia e 1º camisola amarela.

CLASSIFICAÇÕES
Etapa: Sines – Sines, 170,5 km (Média: 40,885 km/h)
Pto Nome Equipa hh:mm:ss Bon
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 4:10:13 10″
2º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO mt. 6″
3º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI mt. 4″
4º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
5º SOEIRO, Pedro POR LOULÉ-LOULETANO mt.

Geral Individual hh:mm:ss
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 04:09:57
2º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 10
3º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI a 12
4º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 13
5º METCALFE, Tomas GBR PALMEIRAS R-PRIO a 13

A segunda etapa seria teoricamente a mais complicada, pois contava com 3 prémios de montanha, com partida e chegada a Grândola num circuito de 145,6 quilómetros, nas passagens no alto da serra de Grândola, apesar das varias tentativas de fuga e até mesmo de escaramuças pelas passagens nas subidas, foi em pelotão que se discutiu a etapa, desta vez a sorte não esteve do meu lado e a 500 metros do risco final, um toque de um colega na minha roda traseira, fez com que se partisse alguns raios impedindo-me de lutar pela discussão da etapa e das bonificações, o que me fez saltar para o 4º posto da geral individual. Como existe uma regra, que beneficia quem tiver qualquer avaria mecânica ou queda nos últimos 3 quilómetros de uma chegada plana, dando o mesmo tempo do grupo onde seguia, na meta, ficando eu assim com o tempo do Sérgio Ribeiro(barbot),vencedor da etapa, mantendo-se a amarela com o Samuel Caldeira (Tavira).

2ª etapa: Grândola – Grândola, 145,6 km Média de 42,428 km/h
1º RIBEIRO, Sérgio POR BARBOT SIPER 3:25:54 10″
2º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO mt. 6″
3º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt. 4″
4º CUNHA, Marco POR MADEINOX BOAVISTA mt.
5º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.

Geral individual
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 07:35:45
2º RIBEIRO, Sérgio POR BARBOT SIPER a 07
3º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 15
4º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 16
5º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI a 18

A ultima etapa era um circuito de 3 voltas com partida e chegada a Santiago do Cacém num total de 132,7 quilómetros, apesar do terreno ser algo sinuoso, a equipa do líder esteve sempre muito sólida na defesa da camisola, nunca deixando partir uma fuga numerosa ou com alguém que estivesse na luta pela geral. Levando assim o pelotão para a discussão da etapa, onde Samuel Caldeira bisou, vencendo em cima do risco a Sérgio Ribeiro sobrando-me o 3º lugar na etapa, que com a bonificação me levou ao 3º lugar da Geral Individual. Um destaque também para os meus colegas de equipa que tudo fizeram para que eu estivesse sempre nas melhores condições para discutir as etapas, e ainda conseguindo lugares de destaque que nos valeu a vitória por equipas.

3.ª Etapa: Santiago do Cacém – Santiago do Cacém, 132,7 km (Média: 39,800 km/h)
Pto Nome Nac Equipa hh:mm:ss Bon
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 3:20:03 10″
2º RIBEIRO, Sergio POR BARBOT SIPER mt. 6″
3º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO mt. 4″
4º COELHO, Marco POR LIBERTY -C.RURAL mt.
5º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.


Geral Individual
Pto Nombre Nac Equipo hh:mm:ss
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 10:55:36
2º RIBEIRO, Sergio POR BARBOT SIPER a 10
3º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 24
4º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 27
5º PINHO, Celestino POR LOULÉ-LOULETANO a 28
6º CARVALHO, Antonio POR MORTÁGUA-BASI a 30
7º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 31
8º SOEIRO, Pedro POR LOULÉ-LOULETANO a 32
9º RODRIGUES, Vitor POR LIBERTY -C.RURAL a 32
10º SOUSA, Rui POR BARBOT SIPER a 32


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Circuitos pós Volta


Como é da praxe, o final do mês de Agosto é composto a nível de competição com os circuitos festivos das “terrinhas”.
Como é da praxe, o final do mês de Agosto é composto a nível de competição com os circuitos festivos das “terrinhas”.
No dia 21 de Agosto, corri no XXª edição do Circuito de São Bernardo, em Alcobaça, em 30 voltas (75 klm). Consegui estar presente na fuga do dia, composta por 15 ciclistas, que discutiram a prova. Quem mais sorriu foi o Samuel Caldeira (Tavira) com a sua vitória. Bruno Sancho (Paredes) foi segundo e eu fiquei-me pelo 3º lugar, que até foi um bom indicativo, visto que não competia a cerca de um mês. Ainda houve lugar para o meu colega Daniel Silva vencer o prémio de montanha.


No dia seguinte correu-se o Circuito da Malveira composto por 35 voltas, no qual Samuel Caldeira bisou. Esta prova foi, também, discutida através de uma fuga. Como não consegui integrar a fuga, restou-me esperar por as provas da tarde que se realizaram na pista, onde consegui ser 2º na prova de critério, atrás de Bruno Lima (Barbot). Esta prova consiste em sprintar a cada 5 voltas, obtendo pontos através das 4 primeiras posições de cada sprint, nas 20 voltas que compõe esta prova.


A 23 de Agosto realizou-se o dito circuito mais fácil, Circuito da Moita, pois não conta com qualquer tipo de dificuldade geográfica, por norma corrido a alta velocidade e com uma chegada em pelotão compacto. A maior dificuldade foi mesmo a chuva que se fez sentir nos quilómetros finais, que deixaram a estrada muito escorregadia, com uma curva final muito apertada e para evitar alguma queda mais grave, hesitei na velocidade o que me valeu o 5º lugar final. A vitoria foi para Marco Cunha (Boavista) que arriscou com sucesso.

50.ª edição do Circuito de Nafarros, disputou-se no dia 30 de Agosto. Aqui eu estaria a correr praticamente em casa, e frente a todos os que me apoiam. Obviamente que esperava obter um bom resultado, e desde cedo tentei. O desenrolar da corrida até me beneficiaria e as sensações eram boas, mas perto da entrada para a ultima das 8 voltas e com muitas movimentações na frente da corrida as pernas começaram a deixar de responder… Enfurecido com o que me estava a acontecer abandonei a corrida. Sinceramente não encontro explicação para a má prestação da minha parte. Agora há que continuar e esperar por melhores dias. A vitoria sorriu ao Edgar Pinto (Paredes).

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Fotos

Como não tenho actualizado o blog, vou deixar algumas fotos das ultimas provas em que participei.


a refrescar as ideias, no ultimo dia do GP Joaquim Agostinho, do duro circuito de Torres Vedras.



Fuga no 2º dia da Volta ao Minho


Fuga na 3ª etapa da Volta ao Alentejo

~
Momentos antes da partida do Campeonato nacional, o apoio incondicional da minha namorada sempre importante para mim!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Maratona a Fátima

É já um treino com tradição para os ciclistas da zona oeste, a volta a Fátima é realizada uma vez por ano, desfrutando do bom tempo que se fez sentir no dia 1 de Junho, data escolhida para que pudesse-mos ser o maior numero de ciclistas possíveis, tornando assim a viagem mais fácil, onde a amizade, a boa disposição e o companheirismo nos acompanhou. A saída estava marcada para as 9.15 do Bonabal(Torres Vedras) para mim e para o meu amigo e colega de treino diário, Hernâni Broco (LA Paredes). Em Torres Vedras apanhamos o Fábio Silvestre (SMFeira-Liberty), João Caetano (Mortágua) e André Costa(sub-23 individual), passando pelo Cadaval, já em Rio Maior apanha-mos os elementos que faltavam, eram eles, João Rego (Aluvia-Valongo), Guilherme Lourenço (Mortágua) e Micael Isidoro (V. Guimarães-ASC). A viagem continuou por, Alcanena até Fátima. Já em Fátima depois de uma visita ao santuário, veio a desejada hora de repor energias e voltar a estrada. A viagem é feita por Batalha, Alcobaça, Caldas da Rainha, Bombarral, Torres Vedras e finalmente Bonabal. O percurso de 236 quilómetros foi realizado em 7:30 que deu uma média horária de 32 km/h.

á partida, com boa cara!


em Fátima:


á chegada, muitas horas depois!