Com partida e chegada a cidade de Zamora, tivemos 98 quilómetros de percurso. Sendo o pelotão composto por 180 ciclistas, era normal as fugas não resultarem, pois havia sempre alguma equipa descontente com a situação de corrida. A velocidade e as dificuldades do percurso, apesar de não muito selectivo, ia deixando marcas, e com o aproximar da meta, o grupo ia reduzindo, com um grande trabalho por parte dos meus colegas, que sempre me levaram bem colocado, e que iam eliminando diversas tentativas de fuga. A cerca de 5 quilómetros da meta uma ligeira subida serviu para a equipa Russa destronar um ataque, que deixou apenas 15 ciclistas com possibilidade de discutir a vitória. Conseguindo ir no ritmo do grupo da frente, sabia que o maior perigo vinha da equipa de Moscovo, que levava 4 elementos na frente. Já dentro do último quilometro tive de me desdobrar em esforço para responder aos ataques mais decisivos e tentar colocar-me o melhor possível para curva final, que ficava a simplesmente 200 metros da meta. Apesar do esforço foi Leonidas Krasnov (Lokomotiv) a levar a melhor, fiquei-me pelo 2º lugar. No entanto soube-me a pouco depois de tanto esforço meu e por parte dos meus colegas, mas simplesmente os Russos estavam imbatíveis, conquistando ainda o 3º e 5º lugar.A vontade de brilhar e de fazer melhor, leva-me a continuar a trabalhar mais e procurar uma vitoria, já merecida por parte da minha equipa.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Troféu Iberdrola
147 Ciclistas representantes de 21 equipas estavam à partida para os 153 quilómetros com partida e chegada a aldeia de Muelas del Pan. Uma verdadeira clássica, com um acumulado de mais de 2000 metros. As longas rectas daquela província Espanhola na parte inicial eram propícias a muitos ataques, o que se reflecte em alta velocidade (42,3 média final). Um inicio muito rápido que se poderia ter complicado mais, caso o vento fosse mais forte, ainda assim ao quilómetro 10 um furo na minha roda traseira quase me arredava da corrida. As muitas movimentações levaram a que um grupo de 15 unidades fizesse mais de 120 quilómetros isolado na frente, mas que nunca conseguiu uma vantagem maior que 1min e 20!!! Nesse a minha equipa ia bem representada na frente com o Joel Lucas e o Enrique Salgueiro, vencedor do prémio de montanha, grupo esse que foi parcialmente alcançado depois da ultima montanha do dia, conseguindo-se isolar um Russo da Lokomotiv, que acabou por vencer a corrida. Consegui seguir no grupo perseguidor, que ainda tentava lutar pelo 3º posto, mas o final numa subida de 600mts, tornou-se longa demais para mim, tendo me restado a 6ª posição.
terça-feira, 15 de março de 2011
Volta a Albufeira
Como nas edições anteriores disputa-se em 3 etapas, sendo que a novidade deste ano era uma crono-escalada na segunda etapa.
A primeira ligação foi de Albufeira a Ferreiras em 85 quilómetros, sem grandes dificuldades de percurso, esperava-se uma chegada ao sprint, como tal esperei poder estar na discussão da etapa, a minha equipa acreditou e ajudaram-me na colocação final, talvez a chegada fosse mesmo demasiado rápida para mim, com uma recta de 1 quilometro em que a velocidade era altíssima, ainda assim as sensações foram boas e consegui um 3º posto, vitoria para Bruno Lima.
Na tarde de sábado uma crono-escalada de 3 quilómetros entre o Purgatório e a Aldeia dos Matos redefiniu a geral individual, com Sérgio Sousa a ganhar a etapa e a chegar a liderança, num tipo de prova que nada me favorece fiquei-me pela 20ª posição.
Da Guia a Albufeira era a ligação de 100 quilómetros que nos restava. Tal como no primeiro dia mais uma chegada ao sprint se adivinhada, e a partida esperava melhorar o meu 3º lugar do dia anterior, visto ser uma chegada mais complicada e que se adequa mais as minhas características, as sensações eram boas, e durante toda a etapa, não tive outro pensamento se não a chegada, não tendo de me preocupar com mais nada, mas uma hesitação nos últimos 300 metros fez com que fica-se fechado e sem hipótese de uma boa colocação, sem sequer sprintar tive de me contentar com o 9º lugar. Etapa ganha por Helder Oliveira,Geral para Sergio Sousa.
Para o próximo fim de semana espera-nos dois dias de competição por terras espanholas na zona de Zamora, há que tentar dar o melhor e continuar a procurar a vitoria.
A primeira ligação foi de Albufeira a Ferreiras em 85 quilómetros, sem grandes dificuldades de percurso, esperava-se uma chegada ao sprint, como tal esperei poder estar na discussão da etapa, a minha equipa acreditou e ajudaram-me na colocação final, talvez a chegada fosse mesmo demasiado rápida para mim, com uma recta de 1 quilometro em que a velocidade era altíssima, ainda assim as sensações foram boas e consegui um 3º posto, vitoria para Bruno Lima.
Na tarde de sábado uma crono-escalada de 3 quilómetros entre o Purgatório e a Aldeia dos Matos redefiniu a geral individual, com Sérgio Sousa a ganhar a etapa e a chegar a liderança, num tipo de prova que nada me favorece fiquei-me pela 20ª posição.
Da Guia a Albufeira era a ligação de 100 quilómetros que nos restava. Tal como no primeiro dia mais uma chegada ao sprint se adivinhada, e a partida esperava melhorar o meu 3º lugar do dia anterior, visto ser uma chegada mais complicada e que se adequa mais as minhas características, as sensações eram boas, e durante toda a etapa, não tive outro pensamento se não a chegada, não tendo de me preocupar com mais nada, mas uma hesitação nos últimos 300 metros fez com que fica-se fechado e sem hipótese de uma boa colocação, sem sequer sprintar tive de me contentar com o 9º lugar. Etapa ganha por Helder Oliveira,Geral para Sergio Sousa.
Para o próximo fim de semana espera-nos dois dias de competição por terras espanholas na zona de Zamora, há que tentar dar o melhor e continuar a procurar a vitoria.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Fim de semana em cheio!
A apresentação da nova equipa do Louletano deu-se no dia 12 de Fevereiro, conta com um elenco de 13 ciclistas dos quais 5 elites: eu e o Celestino Pinho que transitamos da antiga equipa do C.C. Loulé/Louletano, Micael Isidoro (Ex. ASC/Vitória/RTL), Antonio Olmo e Enrique Salgueiro (Ex. Extremadura-Spiuk), Francisco Costa e Joel Lucas (ex-Aluvia/Valongo), Eugeniu Cozonac (Ex.Loulé/Junior), Válter Pereira, Solézio Fernandes, Augusto Gonçalves, Iuri Jorge e Sérgio Rodrigues (Ex. Tavira Sub23). Um conjunto jovem, mas que conta com qualidade suficiente para lutar pelos melhores lugares nas provas em que estaremos presentes, seja a nível de uma classificação geral quer seja na luta pela juventude. Após a apresentação chegou a hora de experimentar as novas “maquinas”, as bicicletas que nos iram levar ao longo dessas estradas, num treininho que serviu também de reconhecimento da parte final da prova de abertura.
Prova de Abertura
Com partida em Quarteira e chegada a Loulé 145 klm´s depois, e com as ascensões ao Barranco do Velho, Montes Novos e ainda a conhecida subida dos 10% já dentro dos últimos 8 quilómetros da etapa, adivinhava-se um inicio de temporada difícil, mais ainda quando as condições atmosféricas seriam de chuva e vento! Após uma fuga de 7 elementos que chegou a ter 12 minutos, a equipa do Tavira assumiu a perseguição, levando um pelotão compacto a discussão da corrida, e assim foi, junção feita e ultrapassadas as maiores dificuldades viria a ser um grupo restrito a discutir a vitoria, mas a entrada dos ultimo 2 quilómetros uma queda fraccionou ainda mais o grupo, quando a equipa do barbot dava tudo para fazer o lançamento a um dos seus corredores eis que outra queda a 500 metros da meta no difícil acesso a reta final retira a oportunidade de um grupo compacto chegar a discussão, vendo-se sozinho na frente Sérgio Sousa não mais parou até a chegada, a mim coube-me a felicidade de não sofrer nenhuma queda e dar tudo nos metros finais, acabei num honroso 2º lugar, que me deu direito ainda a vitoria no que cabe as equipas de clubes.
Convívio
Todos sabemos que a união faz a força, e também há que trabalhar nesse sentido, por isso nada melhor que no dia seguinte a prova de abertura, continuar ligado aos nossos novos colegas e partilhar treinos e actividades, fazendo um treino de aproximadamente 80 quilómetros e com direito a uma paragem para o cafezinho num ritmo calmo e descontraído, na parte da tarde foi a vez de trocar as maquinas da estrada pelas bicicletas de ginásio e fazer um spinning muito divertido, depois do reconhecimento as instalações do Louletano Desportos Club, que só por curiosidade conta com 1800 atletas!!! Divididos em dezenas de desportos como o futebol, natação, triatlo, danças, lutas….
Prova de Abertura
Com partida em Quarteira e chegada a Loulé 145 klm´s depois, e com as ascensões ao Barranco do Velho, Montes Novos e ainda a conhecida subida dos 10% já dentro dos últimos 8 quilómetros da etapa, adivinhava-se um inicio de temporada difícil, mais ainda quando as condições atmosféricas seriam de chuva e vento! Após uma fuga de 7 elementos que chegou a ter 12 minutos, a equipa do Tavira assumiu a perseguição, levando um pelotão compacto a discussão da corrida, e assim foi, junção feita e ultrapassadas as maiores dificuldades viria a ser um grupo restrito a discutir a vitoria, mas a entrada dos ultimo 2 quilómetros uma queda fraccionou ainda mais o grupo, quando a equipa do barbot dava tudo para fazer o lançamento a um dos seus corredores eis que outra queda a 500 metros da meta no difícil acesso a reta final retira a oportunidade de um grupo compacto chegar a discussão, vendo-se sozinho na frente Sérgio Sousa não mais parou até a chegada, a mim coube-me a felicidade de não sofrer nenhuma queda e dar tudo nos metros finais, acabei num honroso 2º lugar, que me deu direito ainda a vitoria no que cabe as equipas de clubes.
Convívio
Todos sabemos que a união faz a força, e também há que trabalhar nesse sentido, por isso nada melhor que no dia seguinte a prova de abertura, continuar ligado aos nossos novos colegas e partilhar treinos e actividades, fazendo um treino de aproximadamente 80 quilómetros e com direito a uma paragem para o cafezinho num ritmo calmo e descontraído, na parte da tarde foi a vez de trocar as maquinas da estrada pelas bicicletas de ginásio e fazer um spinning muito divertido, depois do reconhecimento as instalações do Louletano Desportos Club, que só por curiosidade conta com 1800 atletas!!! Divididos em dezenas de desportos como o futebol, natação, triatlo, danças, lutas….
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Um passo para trás, para poder dar dois a frente???
Após a época em que certamente obtive os meus melhores resultados e que, em circunstâncias normais, não deveria ter grandes preocupações em encontrar um bom contrato numa equipa profissional, a verdade é que a “crise” está instalada no nosso país. Numa pré- época cheia de avanços e recuos em relação às equipas que poderiam alinhar em 2011 no pelotão profissional, as mexidas foram muitas, pois houve hipótese de existirem 6 equipas (mais uma que em 2010) já com ciclistas contratados e na hora da verdade apenas 4 se conseguiram manter.
Infelizmente o C.C. Loulé foi uma das equipas que não conseguiu patrocínios suficientes para se manter no escalão profissional e, com isso, eu e os meus colegas (directores, massagistas, mecânicos) vimo-nos numa situação complicada.
O ciclismo é um mundo de sacrifício e isso acompanha todos os que rodeiam a modalidade, e é com esse sacrifício e com força de vontade que Tony do Adro (Presidente do Louletano) não quer deixar morrer o ciclismo na sua terra natal, e assim, em conjunto com o ex-director desportivo do C.C. Loulé,Jorge Piedade, decidem erguer novamente o ciclismo no Louletano começando com uma equipa amadora, designada de equipa de clube. É um projecto que eu acredito que funcione. Conta com pessoas que eu já conheço, tem objectivos a longo prazo e quer pertencer já no próximo ano a uma equipa profissional e, por isso mesmo, aceitei a proposta de voltar a trabalhar em Loulé. Apesar de não pertencer ao escalão máximo das equipas portuguesas, terei a oportunidade de correr todo o ano no mesmo pelotão, pois as provas serão as mesmas excepto a Volta ao Algarve e a Volta a Portugal. Quanto a mim resta-me continuar a trabalhar e tentar lutar pela discussão das provas que mais se adaptem às minhas características.
Queria também agradecer a todos os que me apoiaram e me ajudaram durante a época 2010, e que o continuarão a fazer! Obrigado


Infelizmente o C.C. Loulé foi uma das equipas que não conseguiu patrocínios suficientes para se manter no escalão profissional e, com isso, eu e os meus colegas (directores, massagistas, mecânicos) vimo-nos numa situação complicada.
O ciclismo é um mundo de sacrifício e isso acompanha todos os que rodeiam a modalidade, e é com esse sacrifício e com força de vontade que Tony do Adro (Presidente do Louletano) não quer deixar morrer o ciclismo na sua terra natal, e assim, em conjunto com o ex-director desportivo do C.C. Loulé,Jorge Piedade, decidem erguer novamente o ciclismo no Louletano começando com uma equipa amadora, designada de equipa de clube. É um projecto que eu acredito que funcione. Conta com pessoas que eu já conheço, tem objectivos a longo prazo e quer pertencer já no próximo ano a uma equipa profissional e, por isso mesmo, aceitei a proposta de voltar a trabalhar em Loulé. Apesar de não pertencer ao escalão máximo das equipas portuguesas, terei a oportunidade de correr todo o ano no mesmo pelotão, pois as provas serão as mesmas excepto a Volta ao Algarve e a Volta a Portugal. Quanto a mim resta-me continuar a trabalhar e tentar lutar pela discussão das provas que mais se adaptem às minhas características.
Queria também agradecer a todos os que me apoiaram e me ajudaram durante a época 2010, e que o continuarão a fazer! Obrigado


terça-feira, 7 de setembro de 2010
G.P. Credito Agrícola – Costa Azul
Composto por 3 etapas, e sem grandes dificuldades orográficas, fazia-se adivinhar que seria discutido ao segundo, devido as bonificações nas metas volantes e nas chegadas para os 3 primeiros lugares.
A primeira etapa ligou Sines – Sines, em 170,5 quilómetros que foram concluídos a média de 41klm/h, na disputa pelo sprint final, e depois de algum malabarismo nos metros finais consegui um 2º lugar, atrás de Samuel Caldeira(Tavira) o vencedor do dia e 1º camisola amarela.
CLASSIFICAÇÕES
Etapa: Sines – Sines, 170,5 km (Média: 40,885 km/h)
Pto Nome Equipa hh:mm:ss Bon
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 4:10:13 10″
2º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO mt. 6″
3º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI mt. 4″
4º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
5º SOEIRO, Pedro POR LOULÉ-LOULETANO mt.
Geral Individual hh:mm:ss
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 04:09:57
2º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 10
3º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI a 12
4º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 13
5º METCALFE, Tomas GBR PALMEIRAS R-PRIO a 13
A segunda etapa seria teoricamente a mais complicada, pois contava com 3 prémios de montanha, com partida e chegada a Grândola num circuito de 145,6 quilómetros, nas passagens no alto da serra de Grândola, apesar das varias tentativas de fuga e até mesmo de escaramuças pelas passagens nas subidas, foi em pelotão que se discutiu a etapa, desta vez a sorte não esteve do meu lado e a 500 metros do risco final, um toque de um colega na minha roda traseira, fez com que se partisse alguns raios impedindo-me de lutar pela discussão da etapa e das bonificações, o que me fez saltar para o 4º posto da geral individual. Como existe uma regra, que beneficia quem tiver qualquer avaria mecânica ou queda nos últimos 3 quilómetros de uma chegada plana, dando o mesmo tempo do grupo onde seguia, na meta, ficando eu assim com o tempo do Sérgio Ribeiro(barbot),vencedor da etapa, mantendo-se a amarela com o Samuel Caldeira (Tavira).
2ª etapa: Grândola – Grândola, 145,6 km Média de 42,428 km/h
1º RIBEIRO, Sérgio POR BARBOT SIPER 3:25:54 10″
2º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO mt. 6″
3º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt. 4″
4º CUNHA, Marco POR MADEINOX BOAVISTA mt.
5º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
Geral individual
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 07:35:45
2º RIBEIRO, Sérgio POR BARBOT SIPER a 07
3º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 15
4º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 16
5º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI a 18
A ultima etapa era um circuito de 3 voltas com partida e chegada a Santiago do Cacém num total de 132,7 quilómetros, apesar do terreno ser algo sinuoso, a equipa do líder esteve sempre muito sólida na defesa da camisola, nunca deixando partir uma fuga numerosa ou com alguém que estivesse na luta pela geral. Levando assim o pelotão para a discussão da etapa, onde Samuel Caldeira bisou, vencendo em cima do risco a Sérgio Ribeiro sobrando-me o 3º lugar na etapa, que com a bonificação me levou ao 3º lugar da Geral Individual. Um destaque também para os meus colegas de equipa que tudo fizeram para que eu estivesse sempre nas melhores condições para discutir as etapas, e ainda conseguindo lugares de destaque que nos valeu a vitória por equipas.
3.ª Etapa: Santiago do Cacém – Santiago do Cacém, 132,7 km (Média: 39,800 km/h)
Pto Nome Nac Equipa hh:mm:ss Bon
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 3:20:03 10″
2º RIBEIRO, Sergio POR BARBOT SIPER mt. 6″
3º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO mt. 4″
4º COELHO, Marco POR LIBERTY -C.RURAL mt.
5º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
Geral Individual
Pto Nombre Nac Equipo hh:mm:ss
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 10:55:36
2º RIBEIRO, Sergio POR BARBOT SIPER a 10
3º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 24
4º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 27
5º PINHO, Celestino POR LOULÉ-LOULETANO a 28
6º CARVALHO, Antonio POR MORTÁGUA-BASI a 30
7º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 31
8º SOEIRO, Pedro POR LOULÉ-LOULETANO a 32
9º RODRIGUES, Vitor POR LIBERTY -C.RURAL a 32
10º SOUSA, Rui POR BARBOT SIPER a 32


A primeira etapa ligou Sines – Sines, em 170,5 quilómetros que foram concluídos a média de 41klm/h, na disputa pelo sprint final, e depois de algum malabarismo nos metros finais consegui um 2º lugar, atrás de Samuel Caldeira(Tavira) o vencedor do dia e 1º camisola amarela.

CLASSIFICAÇÕES
Etapa: Sines – Sines, 170,5 km (Média: 40,885 km/h)
Pto Nome Equipa hh:mm:ss Bon
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 4:10:13 10″
2º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO mt. 6″
3º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI mt. 4″
4º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
5º SOEIRO, Pedro POR LOULÉ-LOULETANO mt.
Geral Individual hh:mm:ss
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 04:09:57
2º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 10
3º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI a 12
4º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 13
5º METCALFE, Tomas GBR PALMEIRAS R-PRIO a 13
A segunda etapa seria teoricamente a mais complicada, pois contava com 3 prémios de montanha, com partida e chegada a Grândola num circuito de 145,6 quilómetros, nas passagens no alto da serra de Grândola, apesar das varias tentativas de fuga e até mesmo de escaramuças pelas passagens nas subidas, foi em pelotão que se discutiu a etapa, desta vez a sorte não esteve do meu lado e a 500 metros do risco final, um toque de um colega na minha roda traseira, fez com que se partisse alguns raios impedindo-me de lutar pela discussão da etapa e das bonificações, o que me fez saltar para o 4º posto da geral individual. Como existe uma regra, que beneficia quem tiver qualquer avaria mecânica ou queda nos últimos 3 quilómetros de uma chegada plana, dando o mesmo tempo do grupo onde seguia, na meta, ficando eu assim com o tempo do Sérgio Ribeiro(barbot),vencedor da etapa, mantendo-se a amarela com o Samuel Caldeira (Tavira).
2ª etapa: Grândola – Grândola, 145,6 km Média de 42,428 km/h
1º RIBEIRO, Sérgio POR BARBOT SIPER 3:25:54 10″
2º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO mt. 6″
3º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt. 4″
4º CUNHA, Marco POR MADEINOX BOAVISTA mt.
5º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
Geral individual
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 07:35:45
2º RIBEIRO, Sérgio POR BARBOT SIPER a 07
3º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 15
4º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 16
5º CARVALHO, António POR MORTÁGUA-BASI a 18
A ultima etapa era um circuito de 3 voltas com partida e chegada a Santiago do Cacém num total de 132,7 quilómetros, apesar do terreno ser algo sinuoso, a equipa do líder esteve sempre muito sólida na defesa da camisola, nunca deixando partir uma fuga numerosa ou com alguém que estivesse na luta pela geral. Levando assim o pelotão para a discussão da etapa, onde Samuel Caldeira bisou, vencendo em cima do risco a Sérgio Ribeiro sobrando-me o 3º lugar na etapa, que com a bonificação me levou ao 3º lugar da Geral Individual. Um destaque também para os meus colegas de equipa que tudo fizeram para que eu estivesse sempre nas melhores condições para discutir as etapas, e ainda conseguindo lugares de destaque que nos valeu a vitória por equipas.
3.ª Etapa: Santiago do Cacém – Santiago do Cacém, 132,7 km (Média: 39,800 km/h)
Pto Nome Nac Equipa hh:mm:ss Bon
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 3:20:03 10″
2º RIBEIRO, Sergio POR BARBOT SIPER mt. 6″
3º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO mt. 4″
4º COELHO, Marco POR LIBERTY -C.RURAL mt.
5º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS mt.
Geral Individual
Pto Nombre Nac Equipo hh:mm:ss
1º CALDEIRA, Samuel POR PALMEIRAS R-PRIO 10:55:36
2º RIBEIRO, Sergio POR BARBOT SIPER a 10
3º SARAIVA, Bruno POR LOULÉ-LOULETANO a 24
4º SANCHO, Bruno POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 27
5º PINHO, Celestino POR LOULÉ-LOULETANO a 28
6º CARVALHO, Antonio POR MORTÁGUA-BASI a 30
7º PINTO, Edgar POR LA-ROTA DOS MÓVEIS a 31
8º SOEIRO, Pedro POR LOULÉ-LOULETANO a 32
9º RODRIGUES, Vitor POR LIBERTY -C.RURAL a 32
10º SOUSA, Rui POR BARBOT SIPER a 32


quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Circuitos pós Volta

Como é da praxe, o final do mês de Agosto é composto a nível de competição com os circuitos festivos das “terrinhas”.
Como é da praxe, o final do mês de Agosto é composto a nível de competição com os circuitos festivos das “terrinhas”.
No dia 21 de Agosto, corri no XXª edição do Circuito de São Bernardo, em Alcobaça, em 30 voltas (75 klm). Consegui estar presente na fuga do dia, composta por 15 ciclistas, que discutiram a prova. Quem mais sorriu foi o Samuel Caldeira (Tavira) com a sua vitória. Bruno Sancho (Paredes) foi segundo e eu fiquei-me pelo 3º lugar, que até foi um bom indicativo, visto que não competia a cerca de um mês. Ainda houve lugar para o meu colega Daniel Silva vencer o prémio de montanha.

No dia seguinte correu-se o Circuito da Malveira composto por 35 voltas, no qual Samuel Caldeira bisou. Esta prova foi, também, discutida através de uma fuga. Como não consegui integrar a fuga, restou-me esperar por as provas da tarde que se realizaram na pista, onde consegui ser 2º na prova de critério, atrás de Bruno Lima (Barbot). Esta prova consiste em sprintar a cada 5 voltas, obtendo pontos através das 4 primeiras posições de cada sprint, nas 20 voltas que compõe esta prova.

A 23 de Agosto realizou-se o dito circuito mais fácil, Circuito da Moita, pois não conta com qualquer tipo de dificuldade geográfica, por norma corrido a alta velocidade e com uma chegada em pelotão compacto. A maior dificuldade foi mesmo a chuva que se fez sentir nos quilómetros finais, que deixaram a estrada muito escorregadia, com uma curva final muito apertada e para evitar alguma queda mais grave, hesitei na velocidade o que me valeu o 5º lugar final. A vitoria foi para Marco Cunha (Boavista) que arriscou com sucesso.

50.ª edição do Circuito de Nafarros, disputou-se no dia 30 de Agosto. Aqui eu estaria a correr praticamente em casa, e frente a todos os que me apoiam. Obviamente que esperava obter um bom resultado, e desde cedo tentei. O desenrolar da corrida até me beneficiaria e as sensações eram boas, mas perto da entrada para a ultima das 8 voltas e com muitas movimentações na frente da corrida as pernas começaram a deixar de responder… Enfurecido com o que me estava a acontecer abandonei a corrida. Sinceramente não encontro explicação para a má prestação da minha parte. Agora há que continuar e esperar por melhores dias. A vitoria sorriu ao Edgar Pinto (Paredes).
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